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Base
Órgão solo na cerimónia, ou piano solo na receção. É a configuração que resolve uma celebração inteira com um só intérprete.
Organista ou pianista
Igreja e quinta, um só interlocutor
Amadeu de Oliveira assume a música de uma celebração inteira: a cerimónia religiosa ao órgão e a receção na quinta ao piano de cauda. A formação escala de solo a coro completo conforme o orçamento e o espaço, e a logística de instrumentos — aluguer, transporte, afinação e montagem — é tratada pela produção, não pelos noivos.
Estrutura do dia
A música de um casamento falha quase sempre no mesmo sítio: na passagem entre a igreja e a quinta, onde normalmente mudam os fornecedores, muda o critério e muda o nível. Aqui não muda — é a mesma direção artística do primeiro compasso ao último.
Formação
A escolha da formação é a única decisão que altera materialmente o orçamento. Está aberta aqui para que seja tomada antes da reunião, e não durante.
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Órgão solo na cerimónia, ou piano solo na receção. É a configuração que resolve uma celebração inteira com um só intérprete.
Organista ou pianista
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Acrescenta soprano lírico aos momentos de ofertório e comunhão. É a primeira formação em que a voz humana entra na nave.
Organista e soprano
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Acrescenta violino. A linha de violino sobre o órgão é o efeito de entrada mais pedido e o mais difícil de improvisar no dia.
Organista, soprano e violinista
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Coro profissional completo. Reservado a espaços com acústica e dimensão que o justifiquem — numa igreja pequena, o coro não acrescenta, satura.
Formação completa com coro
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Formações fora do padrão: fado com piano para o momento assinatura, ou programa ibérico integral na receção. Constrói-se sobre o Índice.
Definida obra a obra
Produção
Um piano de cauda não se improvisa no dia. Estes são os requisitos que determinam se um espaço serve, e são verificados antes de qualquer compromisso.
Perguntas
Para data em época alta — de maio a setembro — quanto mais cedo melhor, e a reserva só fica firme com adjudicação e sinal. Fora de época, três meses são normalmente suficientes.
A antecedência que importa mesmo não é a da agenda: é a da preparação. Uma obra pedida de novo, um arranjo para uma formação específica ou uma prova de sala pedem semanas, não dias.
Não. O aluguer, o transporte especializado e a afinação no local de um piano de cauda de concerto fazem parte da produção. O que o espaço tem de garantir é acesso, superfície plana e estável, cobertura em caso de exterior, e energia elétrica junto ao ponto de atuação.
Articula-se com a paróquia antes de mais nada. Onde existe organista titular da igreja, a solução habitual é a coordenação do programa com quem lá está, em vez de substituição. Isso resolve-se na primeira reunião e nunca no dia.
Sim, desde que a obra aguente uma interpretação a sério. Um tema de filme ou um fado funcionam num programa erudito quando são tratados como obra e não como citação. O critério está no Índice e é o mesmo para todos.
Sim — a facilitação do espaço religioso para casais estrangeiros faz parte do serviço, e há precedente recente. O contacto com a paróquia, a verificação de requisitos e a articulação de horários são feitos pela produção.
O valor depende da formação escolhida, da distância, e de haver ou não aluguer de instrumentos. Não há tabela publicada porque uma tabela não descreveria nenhum destes casos com honestidade. O pedido de proposta devolve um valor fechado, por escrito, em 48 horas úteis.
Contacto
A proposta volta com formação, repertório por momento e requisitos técnicos do espaço.